As consequências do ronco

O ronco é na verdade cortes que acontecem na respiração, conhecida cientificamente como apnéia do sono, a qual é uma doença que causa sérios desarranjos em nosso organismo e que causa hipertensão e pode favorecer o aparecimento da diabete. A respiração ruidosa é precedida por um bloqueio que acontece na passagem do ar inspirado e na ânsia de recuperar todo o fôlego perdido a pessoa tem uma espécie de engasgo, ou seja, volta a respirar, mas logo em seguida volta a roncar novamente. O principal sintoma da apnéia do sono é o ronco. Cerca de sete em cada 100 pessoas sofrem deste distúrbio em um grau avançado, já 20 entre 100 apresentam o distúrbio somente em uma noite ao longo de sua vida. A apnéia costuma aparecer em torno dos 40 anos, principalmente nos homens e os que têm alguns quilos a mais, pois é a partir dos 40 anos que a musculatura da faringe fica mais flácida e quando a pessoa deita este tubo vai se estreitando e com a ajuda da gordura localizada na região da garganta faz com que a entrada de ar se torne mais difícil, causando assim o som do ronco. O estreitamento da faringe provoca uma vibração que é chamada de ronco, seguido de uma paralisia silenciosa da respiração. A faringe se fecha em torno de dez segundos e em casos mais graves pode ficar fechada por cerca de um minuto. Normalmente pessoas que sofrem deste distúrbio nem percebem e dormem mais, porém se dorme mal porque não se respira direito, ou seja, trata-se de um sono que não repõe as nossas energias necessárias para as nossas atividades diárias. E o pior de tudo é que a falta de ar e a dificuldade para a entrada do oxigênio podem causar o aumento da pressão arterial e quando a mesma já está nas alturas, a apnéia pode se tornar incontrolável, agravando assim a situação. Por isso, a importância na realização do tratamento deste distúrbio, pois assim se elimina os riscos da pressão arterial subir. E ainda, pessoas que possuem bicos altos de açúcar no sangue e sofrem de apnéia podem se tornar diabéticos, pois a apnéia é um dos fatores decisivos para o desequilíbrio da glicose. O sangue ainda pode se tornar mais pobre, pois o ar não consegue chegar aos pulmões e assim uma menor quantidade de oxigênio é vertida no sangue, o qual chega pobre ao coração. Os vasos ficam mais contraídos, pois o oxigênio chama a atenção do nosso sistema nervoso simpático, o qual manda o organismo liberar adrenalina, o qual e um hormônio que contrai os vasos.
